Mantendo o clima habitual, num registo mais calmo. E já tanto se passou desde a última vez por aqui...
Já houve a preocupação habitual de quem organiza coisas para outros (e nem sequer participei) e já houve a Queima. Ah, bela Queima! Muito já se disse e dirá, mas esta foi sem dúvida especial. Só agora tomei consciência do que significa realmente, do adeus aos amigos e às pessoas que se acha que vão ficar cá, senão para sempre, pelo menos até nós próprios irmos embora. Só agora a tempestade de emoções e lágrimas fez sentido no puzzle incompleto da despedida (sim, pedras também choram e às vezes mais do que o normal)... Mas nem só com saudade se enchem oito dias. A não esquecer a Serenata, o Promenade, os apitos e o Stradivarius, o Cortejo mais triste e catatónico de todos, o FITA, o Sarau, dormir no Sá da Bandeira e acordar com água na cara, a serenata no fim, a Garraiada e o touro que foge à pega. E as noites? Houve de tudo: falta de tequilla (Maria, ninguém nos compreende :), muitas bengaladas (as especiais, com elogios e lágrimas à mistura), telemóveis a cair do piso de cima, miúdas que perderam os amigos, o dinheiro e o telemóvel (e provavelmente o juízo), Favas que encontraram o Chouriço (a 25 cêntimos, Corrente!), muita negociação shótica, noites a braços e noites a água, alguma destruiçao hepática à mistura, pequenos almoços na padaria do Careca, confusão, dores de cabeça e muito, muito mais.
Já houve também o regresso à rotina, ainda por cima a uma rotina de acordar de madrugada. Mas valeu a pena: com surpresa, o mundo dos mortos agradou-me (o dos vivos que se queixam, menos um pouco) e foi com pena que terminei as visitas ao Instituto de Medicina Legal.
Ontem, foi o aniversário da Marta. Aqui ficam os parabéns bloguianos e a promessa de documentação gráfica em breve. :)
domingo, 25 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Parabéns Pi
Ser um pássaro é...
...ter o pescoço preso às patas com um elástico. Aliás, é por isso que eles abanam tanto a cabeça.
Aldeia
(és grande)
sábado, 26 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Sobre a mensagem da madrugada
Podia, se quisesses, explicar-te
Sem pressa, tranquila, devagar
Sem pressa, tranquila, devagar
(já tentei e não quiseste. agora, não consigo. não tenho força.)
(tu, o que é que tens feito?)
sábado, 19 de abril de 2008
Cérebro
Estudar o cerebro é engraçado. Ter um AVC quando se sabe exactamente o que está a acontecer e quais são as sequelas já não deve ter muita piada. Esta senhora conta como é.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Dias de agora
Dias há em que se adormece, apesar de existirem pulseiras amarelas e cafés no Piolho à espera. Mas o sr. Morpheu é mais forte e acorda-se às 10, a resmungar pelo tempo que há para dormir.
Há outros dias (ou outras noites) em que se consegue respirar fundo e tomar consciência que se não tem de ser a melhor, porque afinal ninguém nos ensinou nem se tirou nenhum curso (obrigada Senhora Forte).
Depois de tudo isto, ainda há manhãs em que se lê mensagens que confundem (o pão nosso...) e já se não sabe o que dizer. Faz-se companhia ao tapete amarelo e ala que se faz tarde. Há vida pela frente e nuvens negras sempre existiram, só que agora são mais escuras; é preciso é não esquecer que são vapor e que o vapor desaparece. Um dia.
Há outros dias (ou outras noites) em que se consegue respirar fundo e tomar consciência que se não tem de ser a melhor, porque afinal ninguém nos ensinou nem se tirou nenhum curso (obrigada Senhora Forte).
Depois de tudo isto, ainda há manhãs em que se lê mensagens que confundem (o pão nosso...) e já se não sabe o que dizer. Faz-se companhia ao tapete amarelo e ala que se faz tarde. Há vida pela frente e nuvens negras sempre existiram, só que agora são mais escuras; é preciso é não esquecer que são vapor e que o vapor desaparece. Um dia.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Não te vou falar
Se o fizesse, só queria saber:
(Não existe ser correcto porque se diz o que se quer)
(Correcto é o gato libertar o pássaro que não lhe interessa)
Para que me queres afinal?
(Não existe ser correcto porque se diz o que se quer)
(Correcto é o gato libertar o pássaro que não lhe interessa)
Momentos de incerteza
Há alturas em que se sente que todo o mal à volta é culpa de uma só pessoa e que as coisas correm mal por natureza e que não há remédio para isso senão afastar-se delas. Pensa-se então em deixar que outros tomem o lugar de não deixar que isso aconteça e que se não faça mais dano.
Depois, há outros momentos em que a alegria toma o controlo e, de tão contagiante, faz esquecer o que havia antes. Louça suja e cartões de identificação para Fava, atendimento de bar e interrupção para Marias Albertinas, comboiinhos e shots enormes puros, surpresas de Sambucas e pedidos de conversa na net, decisões tomadas no calor do momento e carros com pessoas a mais, BMWs que ficam "bué de metros atrás" e mamas que ficam coladas no vidro do carro, arranjar bilhetes em cima da hora (quais bilhetes? nem pulseiras tivemos que ter) e cravar intermináveis bebidas com o poder do decote, salvamentos dançarinos e bom ambiente, sapatos, meias, tesouras e que-mais-coisas que voam pela janela do carro e pessoas que chamam pelo Careca descalços e de boxers.
Há ainda alturas que levam a pensar no que se anda a fazer e a admitir que não está a correr bem e alturas em que se pondera aceitar a honra proposta, apesar de não merecida. Há alturas em que se sente de novo um espírito de equipa que está cá para o que der e vier e em que se sente o respeito de quem se respeita. É isto que dá força para continuar a dar aquilo que às vezes não se tem por aquilo de que se gosta tanto que faz sentir em casa.
Infelizmente, às vezes isso esvai-se mais rápido que o planeado e a dúvida e o negativismo voltam. E aí se fica, à espera que passe com a cura da directa do dia anterior.
Vou dormir.
Depois, há outros momentos em que a alegria toma o controlo e, de tão contagiante, faz esquecer o que havia antes. Louça suja e cartões de identificação para Fava, atendimento de bar e interrupção para Marias Albertinas, comboiinhos e shots enormes puros, surpresas de Sambucas e pedidos de conversa na net, decisões tomadas no calor do momento e carros com pessoas a mais, BMWs que ficam "bué de metros atrás" e mamas que ficam coladas no vidro do carro, arranjar bilhetes em cima da hora (quais bilhetes? nem pulseiras tivemos que ter) e cravar intermináveis bebidas com o poder do decote, salvamentos dançarinos e bom ambiente, sapatos, meias, tesouras e que-mais-coisas que voam pela janela do carro e pessoas que chamam pelo Careca descalços e de boxers.
Há ainda alturas que levam a pensar no que se anda a fazer e a admitir que não está a correr bem e alturas em que se pondera aceitar a honra proposta, apesar de não merecida. Há alturas em que se sente de novo um espírito de equipa que está cá para o que der e vier e em que se sente o respeito de quem se respeita. É isto que dá força para continuar a dar aquilo que às vezes não se tem por aquilo de que se gosta tanto que faz sentir em casa.
Infelizmente, às vezes isso esvai-se mais rápido que o planeado e a dúvida e o negativismo voltam. E aí se fica, à espera que passe com a cura da directa do dia anterior.
Vou dormir.
sábado, 29 de março de 2008
March Meeting
... e as aulas de dança
A reter:
os armários com degraus...
...e a sabedoria de quem sabe :) (disponível em breve)
Ansiosamente à espera da próxima... Venha a Tunísia!
De volta
Depois do México, dos Açores e da tempestade, a Planície está de volta! Depois de tanto tempo offline, há muita coisa pra actualizar, por isso seguem-se muitas imagens. Ah, e também um tributo praxístico, porque o mérito deve ser reconhecido, mesmo quando vem da insanidade das 4 da manhã...
sábado, 1 de março de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)

