quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Detesto sentir-me presa a uma profissão. Quero gostar de fazer aquilo que faço, e gosto. Mas a minha vida não é só isto e há algumas coisas que quero fazer já no próximo ano e que acabo de ter a confirmaçao que é burocraticamente muito difícil conseguir que dêem autorização para as fazer. Autorização para usar o meu tempo da forma que eu quero, sem terem de me pagar nada. E isto faz-me sentir um bocado sem liberdade de movimentos. Não gosto nada. Nada mesmo. Acho que se aplica o dito "para grandes males, grandes remédios" e que vou ter que me mandar de cabeça para algum lado. Ainda não sei é para onde nem como.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
The rainy days
Rainy days in summer are like a pause, like closing the ears in a noisy bar and steadily walk to the sandy beach and feel the spill of the waves under a starry sky. The smell of wet ground is a comfortable blanket around the senses, putting us back in our beautiful childhood. These rainy days...
domingo, 3 de julho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
No relax
Chegou hoje ao fim. E apetece-me dizer um bocadinho "finalmente". Há muito mais nos meus dias do que um hospital mas nos últimos dias (semanas mesmo) esse hospital ficou-me com o tempo do resto. E agora o resto invade-me a tarde...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
muito cansada. saldo positivo de ontem. pessoas interessantes. bom ambiente. escorregadelas e finos voadores. chuva. conversas profundas em tempo leve. flexões. gente descontraída e bem-humorada. hoje sol. corrida e limpeza do ácido. mais sol e gelado. velhos conhecidos e velhos amigos. gente que cresceu e gente que cartolou. riso. abraços. bengaladas. e a recolha à toca. que sono.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
On the verge of falling in love
Há alturas em que o coração resolve comportar-se como uma criança mimada. Só faz o que lhe dá na veneta e nem dá sequer ouvidos à voz da razão. Aí, só me apetece mandá-lo embora. Dizer-lhe que sim senhor, tens sido competente e prestável no dia-a-dia mas nas alturas mais complicadas dás o berro, por isso, se não te importas, vai dar uma volta, tira umas férias, mas deixa-me da mão. Não ponhas os olhos a esticarem-se para descobrir uma particular silhueta entre muitas. Não ponhas os ouvidos a afinarem-se para um certo tipo de cumprimento brincalhão. Sobretudo, não ponhas o cérebro a juntar peças, que têm de estar separadas, com cola que não existe. E não desates aos saltos sempre que o vês. Tem modos, coração! Para que é que te servem 25 anos, afinal? Para que é que te serve o passado? Não aprendes nada? Não és de fiar, não. Vá, faz lá as tuas malinhas, vai ali às Caraíbas apanhar um bocado de sol, e deixa o cérebro tomar conta da tasca, sim? Agradecida.
domingo, 10 de abril de 2011
Começou pela voz suja. "Oh 'xôra, abra-me a porta que eu queria passa para a parte de trás..." e de caminho ficas por cá a fumar os teus charros, claro. E a vontade de me amaciar ao atirar-lhe com um "Vai-te f@$#& que é Domingo e quero dormir". Mas os neurónios espreguiçaram-se e não houve maneira de voltar ao filme onírico e levemente desconexo que estava projectar.
Cada porta fechada é uma janela aberta e trato agora de me imergir nas modernas formas de auto-construção emocional, audiovisuais, que são muito mais apelativas. E a Beggar's Hands, de Mazgani, anda por cá a animar o estado pós-Queima. Ainda bem que fiquei ontem.
Cada porta fechada é uma janela aberta e trato agora de me imergir nas modernas formas de auto-construção emocional, audiovisuais, que são muito mais apelativas. E a Beggar's Hands, de Mazgani, anda por cá a animar o estado pós-Queima. Ainda bem que fiquei ontem.
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